terça-feira, 14 de junho de 2011

Sétimo

Fala-me e silencia
A tua ausência
Em ruídos.
Tira-me dos sonhos
E amacia a minha carne
Com um daqueles martelos.

Siga, mas não deixe
Que se vá.
Não perca esse olhar,
Deixa-me ficar.

"Não pensa que eu fui por não te amar..."

2 comentários:

  1. E quem não consegue ir?

    Achei lindo isso, Mari. Lindo.

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  2. gosto de diálogos que silenciam ausências...

    belo poema.

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